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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

fazendo um social

Não tem coisa mais chata que calça social. Chances são de que a criatura fique com cara de que está a caminho de uma entrevista chata pra um estágio chato num banco chato.

Aí tem aquele que pensa. Mas, poxa, tem muita gente nesse mundão aí fora que tem que usar esse treco. TEM que. Regra da firma.

Aí que eu dedico esse post pra vocês. Amanhã, olha só. Pode colocar a calça. Amarra o cabelo, coloca pescoço e ombro pra tomar um solzinho, bota um saltinho. E agora, um desafio: se você for muito muito ninja, coloca a blusa pra dentro da calça. Duvido. ;)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

dias cinzas

Teve o dia do azul, teve o post do roxo. É chegada a hora, então, do cinza. Porque cinza é muita democracia. Topa todas as combinações de cores e todas as cores de pele. É muita finesse e elegância pra uma cor só.

gostaria

Compradoras compulsivas que se prezem precisam desenvolver mecanismos de defesa para controlar gastos e guardar dinheiros. Eu, por exemplo. Entro na loja, provo de tudo, peço pra somar. Aí vem o susto, invariavelmente. Meu deus, quantos dinheiros. Posso pensar e daí eu volto? Saio da loja, espaireço, descontextualizo. Quem tira a teima é o coração. Se bate uma saudadezinha lá no fundo, dá aquela fisgada, um aperto no coração, já sei. Volto e passo o cartão.

Pois eu ando com saudadezinha da minha bolsinha Chanel. Assim, já com pronome possessivo. Matelassê é demais, matelassê abala o meu coração. E ela é francesa, mon sac, ma fille. É aí é apelação demais, sabe? Quase maldade.

Bom: matelassê amanhã, era nesse ponto que eu queria chegar. Ficam aqui os meus votos para que todas encontrem felicidade no matelassê, a mais simpática das texturas.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

gostaria

Eu gosto muito de dar presentes, sempre. Amigo triste ganhou bolo de chocolate, amigo jornalista ganhou moleskine, amiga chique ganhou dicas de Paris escritas a mão. In loco. 

Eu gosto muito de dar presentes, eu gosto muito de amigo feliz.

Mas no Natal o presente mais importante é o meu. É o pra mim. De mim. Algo precioso e querido que guarde ali dias felizes. Uma espécie de acervo-memória emocional.

Teve o ano da tatuagem, teve o ano da viagem, teve o ano do vestido. Este está me parecendo um ano pra um colar especial. E aí que biscoitinho da sorte e guitarrinha são fortíssimos candidatos.

A dica pra amanhã é pra vida, na verdade. Nesse Natal, compra alguma coisa especial pra você? 

Capricha.

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Ah, e inaugurada está a seção Gostaria - sonhos de consumo. Às sextas aqui no meu canto.